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domingo, 9 de outubro de 2016

Roteiro: Estrada Nacional nº 2 (ou EN2), a “Route 66 portuguesa”

A Estrada Nacional nº2 (antiga Estrada Real) é a maior da Europa e foi projetada como ligação entre Chaves (km 0) e Faro (km 737) num percurso único e vertiginoso que atravessa mais de 30 municípios, 11 rios e 4 serras.


De salientar que o troço abrangendo o itinerário que liga Almodôvar a São Brás de Alportel foi classificado em 2003 como Estrada Património.

Na América do Sul existe a "Ruta Nacional 40", vinte vezes maior, que percorre a Argentina de sul a norte desde a província de Santa Cruz até a divisa com a Bolívia. A rodovia corre paralela à Cordilheira dos Andes, incluindo trechos próximos ou em Parques Nacionais. Na América existe A Rota 66 (ou U.S. Route 66) que se Inicia em Chicago, Illinois, passa pelos estados de Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, Novo México, Arizona e termina na cidade de Santa Mônica.



Chaves

A cidade de Chaves situa-se junto ao rio Tâmega e faz fronteira com Espanha. A cidade de Chaves foi povoada por variados povosf, desde Visigodos, Mouros a Romanos cujo imperador Flávio Vespasiano a apelidou de “Aquae Flaviae”, reconhecendo a qualidade das nascentes termais, com propriedades curativas, sendo mesmo as mais quentes da Europa (cerca de 73ºC).


O seu bonito e acolhedor centro histórico e a área de lazer junto ao rio Tâmega são um convite a um passeio tranquilo.

Comece o passeio pelo Castelo, onde está instalado o Museu Militar, com uma vista espetacular da cidade. No interior das muralhas, passeie pelas Vias Augustas, um conjunto de ruas estreitas repletas de casas pintadas com cores vivas.



Na Praça de Camões poderá visitar a Igreja Matriz de Santa Maria Maior, de estilo românico e a Igreja da Misericórdia, de estilo barroco. Continue em direção a Ponte Romana sobre o Tâmega. Pelo caminho, não deixe de reparar nas poldras, uma passagem de pedras sobre o rio. Visite também o Forte de São Neutel, o Forte de São Francisco e o interessante Museu Ferroviário.


É imperdoável despedir-se de Chaves sem sequer visitar o parque termal, situado numa das extremidades do jardim do Tabolado, sente-se ao lado da buvete e beba um copo de água quente. A água sai da nascente à temperatura de 73 graus, pelo que deve deixá-la arrefecer durante alguns minutos.

Em direção a sul e a cerca de 15 minutos da cidade de Chaves, encontra-se Parque Natural de Vidago onde está inserido o Vidago Palace Hotel, um emblemático Palácio Escondido na Floresta.



Aberto ao público em geral, é possível admirar a sua extensa riqueza botânica, onde magnólias, plátanos, cameleiras, azevinho, pinheiros ou alfazemas se misturam numa combinação esplendorosa e escondem um tranquilo lago e, claro, as tradicionais fontes de água termal!

Criado em 1910, apresenta uma paisagem típica do início do século XX, que permanece intacta até hoje. As suas alamedas, os seus caminhos, os seus trilhos e os seus espelhos de água convidam a passear por entre o arvoredo que muda de cor conforme as estações do ano.


Quatro lindas fontes abrigadas (duas delas ainda estão ativas), com uma arquitetura tradicional, estão dispersas pelo Parque de Vidago, onde é possível provar a água, em pequena quantidade. A época de abertura é de junho a setembro: segunda-feira a sexta-feira das 8:00 às 12:00 – e das 15:00 às 19:00, ao fim-de-semana das 8:00 às 19:00.

Vila Real

Situada nos sopés das imponentes encostas da Serra do Marão, Vila Real foi fundada pelo Rei D. Dinis em 1289, desempenhando um papel importante na história do país. Muitos aristocratas construíram grandes palácios na cidade durante os séculos XVI e XVII, que granjeou à cidade o seu nome “Vila Real”.




Devido ao seu rico património histórico, Vila Real proporciona belas paisagens naturais, diversos museus. Diversas povoações já ocuparam esta região, tal como os Romanos, os Bárbaros e os Muçulmanos. Diversos monumentos são visíveis ainda nos dias de Hoje, onde se destacam a Sé, Paços do Concelho e a Capela Nova.

Junto a cidade encontra-se o Palácio de Mateus, solar de arquitectura barroca cuja traço é atribuído a Nicolau Nasoni. A zona do palácio é soberba com jardins variados e de diferentes épocas, um lago e um pátio com espécies botânicas exóticas.




Peso da Régua

A paisagem envolvente da Régua é de uma enorme beleza. O rio Douro, com as vinhas nas suas margens íngremes e a maravilhosa vista a partir dos miradouros da região, fazem com que o Alto Douro seja classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.



Peso da Régua, situa-se junto ao rio Douro e que é considerada a capital da região demarcada na qual é produzido o conhecido Vinho do Porto. Deve o seu desenvolvimento ao Marques de Pombal que em 1756 criou a Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro e que mandou delimitar com marcos de granito (marcos de Feitoria) as áreas de produção dos melhores vinhos. Foi assim criada a primeira região demarcada do mundo.


Devido á sua localização central, a Régua passou a ser o centro da região, um entreposto comercial de onde partiam e chegavam os barcos rabelo que transportavam o vinho até Vila Nova de Gaia onde envelhecia nas caves.

 
O concelho da Régua possui um rico património onde se destacam as casas senhoriais, as grandes quintas produtoras de vinho, os palacetes, a Igreja Matriz de S. Faustino, construída no local onde outrora existiu a capela do Espírito Santo, a Capela do Senhor do Cruzeiro do século XVIII, a Igreja do Asilo Vasques Osório, as Capelas do Espírito Santo, a de Nossa Senhora do Desterro, a de São João ou a de Nossa Senhora da Boa Morte.



Pelo cais fluvial da Régua passam diariamente Cruzeiros do Douro com turistas que visitam a região e se maravilham com as bonitas paisagens que o rio Douro proporciona.


Lamego, a Florença de Portugal

Lamego, é uma cidade muito antiga, pertence ao distrito de Viseu e é um dos mais importantes centros urbanos da região do Douro. É uma cidade histórica, possuindo uma grande quantidade de monumentos, igrejas e casas brasonadas, sendo também uma diocese portuguesa.



Em Lamego há uma forte herança cultural estando o município repleto de igrejas, capelas e pontes medievais

O Santuário de Nossa Sra dos Remédios e a sua escadaria, são o ex-libirs da cidade. Foi contruído no seculo XVIII no monte de Santo Estevão, em honra da Senhora dos Remédios. A escadaria ergue-se desde o centro da cidade até ao cimo do monte, e está repleta de lugares sagrados e surpreendentes.



A Sé de Lamego, é um monumento anterior à fundação da nacionalidade, mas sofreu diversas reconstruções e combina hoje uma variedade de estilos que a tornam um dos mais belos monumentos da região.


A Igreja de São Pedro de Balsemão, Monumento Nacional, é a segunda mais antiga da Península Ibérica, possivelmente de origem visigótica.

Castro Daire

A vila de Castro Daire situa-se num cimo de um monte e o seu nome tem origem num antigo castro que se encontrava na parte mais alta deste lugar.

Foi habitada por romanos, "deixando" várias pontes romanas, entre elas, a Ponte Pedrinha, demolida em 1877 construindo-se a que ainda hoje possui a mesma designação e onde se encontrou uma lápide podendo data-la da altura do imperador Caio Júlio César.

Está historicamente comprovado que Castro Daire fez parte do padroado real e posteriormente à Casa do Infantado.

Do vasto património, destaca-se a a Igreja Matriz de Castro Daire, a Igreja da Ermida do século XII e a Inscrição Romana do Penedo de Lamas – Moledo.


 Durante o séc. XVIII houve em Castro Daire um grande período de expansão. São monumentos marcantes desta altura a Casa da Cerca, Capela das Carrancas, Solar dos Aguilares e o Solar dos Mendonças, todos eles localizados na vila.

Viseu

A meio caminho entre o Porto e Coimbra, o distrito de Viseu fica aninhado no coração da sub-região Dão-Lafões, uma paisagem formada por densos pinhais, rios cristalinos e alguns dos mais famosos vinhedos do país.

Viseu é uma das maiores cidades do centro de Portugal, sede de um município com cerca de 510 km2 de área e 100 000 habitantes. Para além de capital de distrito e de concelho, Viseu é igualmente sede de Diocese e de Comarca.



Viseu já foi distinguida duas vezes (2007 e 2012), segundo um estudo da Associação de Defesa do Consumidor (DECO), como a cidade portuguesa com melhor qualidade de vida.

A , um dos mais emblemáticos edifícios de Viseu e testemunho da importância desta cidade beirã como sede de diocese.



A catedral de Viseu é, aliás, um excelente ponto de partida para uma visita à cidade. No Adro da Sé, um dos principais locais de interesse do centro histórico, pode encontrar, para além da Sé e dos Museus, a Igreja da Misericórdia, o pelourinho e o Passeio dos Cónegos. Depois, siga até ao Rossio, onde pode descontraidamente usufruir dos espaços verdes, ou percorra os troços da muralha defensiva erguida por D. João I e concluída apenas no reinado de D. Afonso V, que ainda se erguem para além das Portas dos Cavaleiros e do Soar.

Tondela

Tondela é sede de concelho, localizada na fantástica região de Dão-Lafões, envolvida pelas belas paisagens da Serra do Caramulo.



Esta será uma povoação muito antiga, com diversos vestígios de ocupação humana desde tempos pré-históricos, interessantes monumentos megalíticos, pinturas rupestres, castros e muitos legados arqueológicos.


A cidade apresenta, também, um diversificado património histórico e arquitetónico, onde primam as várias casas senhoriais e solares, como o de Santa Ana, bem como a bela Igreja Matriz do século XIX, a Igreja do Carmo, com origens no século XVII, o mítico Pelourinho de Tondela, situado frente ao edifício dos Paços do Concelho, ou a emblemática Fonte da Sereia, do século XVIII, que simboliza a Lenda de Tondela.


Santa Comba Dão

Santa Comba Dão é uma cidade e sede de concelho, situada região de Dão-Lafões, um local de grande produção agrícola, marcadamente rural, famosa por ser a terra natal de António de Oliveira Salazar, ditador Português que governou o País entre 1932 e 1968.

O centro histórico da cidade mantém o seu gracioso aspecto rural e típico, caracterizado pela sua arquitectura tradicional de traçado medieval, usualmente granítica, pelas pequenas praças e largos de grande encanto, como o célebre Rossio ou o Largo do Município, e uma grande paz de espírito.



Em Santa Comba Dão é possível observar monumentos como a barroca Igreja Matriz do século XVIII, a Igreja da Misericórdia também do século XVIII, a elegante Casa dos Arcos, um solar brasonado onde passaram ilustres visitantes como a Rainha Catarina de Inglaterra em 1692, hoje albergando a nobre Biblioteca Municipal, o Pelourinho de pinha piramidal, ou mesmo a graciosa Ponte Românica sobre o Ribeiro das Hortas.


Penacova

A vila de Penacova, sede de concelho, situa-se num local de grande beleza natural, na margem direita do rio Mondego, no alto de um ponto rochoso (a “Penha”), e rodeada pelas luxuriantes Serras do Buçaco e do Roxo.



Penacova é possível observar monumentos como a Igreja Matriz do século XVI, as Capelas de São João (século XVI) e a de Santo António (século XVII), o Pelourinho da Vila ou a Quinta da Ribeira, as Capelas da Senhora do Monte Alto e de Nossa Senhora da Guia.


As paisagens são, de facto, a mais valia da região, com pontos de visita interessantes, como o Miradouro Raúl Lino dispondo de uma magnífica vista sobre o Rio Mondego, ou o Penedo de Castro, bem como os miradouros naturais das Serras da Atalhada e da Aveleira, de onde se avistam maravilhosos panoramas.


Gois

A vila de Góis está situada a cerca de 40 Km de Coimbra, num vale estreito e profundo, o Vale do Ceira, encravado entre as serras do Carvalhal e do Rabadão.



No Centro Histórico de Góis encontram-se a fonte do pombal e a cisterna com os azulejos hispano-árabes do séc. XVI. Um pouco mais acima, poderá visitar o conjunto arquitetónico formado pela Igreja Matriz e o túmulo de D. Luís da Silveira, importante obra renascentista na qual trabalharam artistas como Diogo de Castilho, Filipe Hodart e João de Ruão.

No salão nobre dos Paços do Concelho, poderá deslumbrar-se com a beleza dos tetos apainelados e, continuando pela ponte real, também classificada como Imóvel de Interesse Público, encontrará, num nível mais elevado, a Capela do Castelo. Deste local poderá contemplar uma linda panorâmica da Vila de Góis.



Coja

Coja ou como é conhecida, a Princesa do Alva, é uma bonita aldeia, pertencente ao concelho de Arganil, e banhada pelo cristalino Rio Alva.




Coja tem um interessante Património que vale a pena conhecer, como a Igreja Matriz de São Miguel, restaurada no século XIX, as Capelas de Santo António do século XVIII, do Senhor do Sepulcro, de Nossa Senhora da Ribeira e da Casa do Prior Costa, o Pelourinho em estilo Manuelino ou mesmo a Senhorial Casa da Praça do século XVIII.


Mas o maior atributo da aldeia é toda a envolvente natural com belos cenários bucólicos, de paz de espírito e tradição, com a mais valia das praias fluviais, como o Caneiro da Moenda e o Caneiro do Moinho D’Alva.


Piódão

A Aldeia de Piódão, pertence ao concelho de Arganil, situa-se na encosta da bonita Serra do Açor e é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“.



As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”.


A aldeia ter-se-á desenvolvido de um anterior Castro lusitano “Casal de Piodam”, hoje em dias em ruínas, que terá sabiamente aproveitado e aperfeiçoado a agricultura em socalcos.


O próprio conjunto arquitetónico e a sua disposição tão característica, é o maior atributo de Piódão, destacando-se também locais de interesse como a Igreja Matriz do século XVII ou o Núcleo Museológico do Piódão, onde estão expostos os costumes, as tradições e modo de vida destas antigas paragens.



Pedrogão Pequeno

Pedrogão pequeno, conhecido como a Joia da Beira Baixa, situa-se junto à margem esquerda do Zêzere, a poucos quilómetros de Pedrógão Grande e da Barragem do Cabril. Do seu património destacam-se a Igreja Matriz e a Ponte Filipina sobre o Zêzere, construída por volta de 1610. Esta ponte foi até 1954 a única ligação entre Pedrógão Pequeno e Pedrógão Grande.






O Moinho das Freiras é uma zona de lazer de rara beleza junto ao rio Zêzere, composta por duas zonas de descanso e lazer distintas. Junto à água temos uma zona com bancos de madeira onde podemos passar bons momentos de conversa ou leitura sem qualquer poluição sonora.


A outra zona de lazer encontra-se junto a um túnel feito aquando da construção da Barragem do Cabril, para a passagem de máquinas e camiões, este espaço é composto por bancos, mesas e uma churrasqueira comunitária, para que quem assim o desejar poder fazer ali um belo piquenique.

Sertã

A típica Vila de Sertã, encontra-se edificada sobre um bonito vale, banhado por uma ribeira de nome igual ao da Vila, Ribeira da Sertã. Uma pacata povoação que tem a agricultura e nas madeiras a sua principal fonte de riqueza.




Mas para além da beleza arquitetónica das suas casas, existe todo um cunho histórico que se espelha no seu Castelo, na Igreja ou mesmo na ponte romana.


Abrantes

Abrantes é uma cidade situada numa encosta sobre o rio Tejo foi um importante porto fluvial estratégico no comércio tradicional, com destino a Lisboa, até aos anos 70.



O Centro Histórico da cidade é constituído por casario de traça antiga, florido, tendo mesmo outrora sido considerada a cidade mais florida do País, e vale a pena visitar o seu Património edificado, começando pelo Castelo, as Igrejas de Santa Maria do Castelo (século XV), de São Vicente, de São João Baptista, ou a da Misericórdia, bem como os Conventos de Nossa Senhora da Esperança e o de São Domingos.


 A merecer destaque está a Casa dos Almadas, outrora o Paço Real de Abrantes, também a Casa da Câmara, o Museu D. Lopo de Almeida, localizado na Igreja de Santa Maria do Castelo e no Ecomuseu de Martinchel, a poucos metros da Barragem de Castelo de Bode, e também a Galeria Municipal de Arte, com diversas exposições temporárias.



Montemor-o-Novo

A cidade de Montemor-o-Novo, situa-se em pleno Alentejo, região calma e tranquila, com um importante lugar na história nacional.



Foi em Montemor-o-Novo que, em 1496, o rei D. Manuel I tomou a histórica decisão de mandar descobrir o caminho marítimo para a Índia.
Toda a região envolvente é dona de grandes belezas naturais, impõe-se visitar o que resta do Castelo, o antigo Convento de São Domingos (hoje em dia interessante Museu Arqueológico), o pitoresco Chafariz da vila, a Igreja e cripta de São João de Deus ou o Convento de Nossa Senhora da Saudação.


Uma das maiores riquezas patrimoniais da região é a sua herança arqueológica de numerosos monumentos megalíticos como os Menires da Pedra Longa, a Anta da Comenda da Igreja, a Anta dos Tourais, a Anta da Velada, a Anta de São Brissos e a Gruta do Escoural.



Aljustrel

Aljustrel, é uma das mais antigas povoações de Portugal, antiga cidade romana Vipasca, denominada Al-lustre pelos árabes, aos quais foi conquistada, em 1234, no reinado de D. Sancho II, por D. Paio Peres Correia e os Cavaleiros da Ordem de Santiago de Espada.

É uma zona fortemente marcada pela interioridade onde predomina a planície que se torna mais ondulada quando se caminha para Sul.

As minas são um dos mais importantes e diferentes pontos de interesse que se pode conhecer em Aljustrel e uma das imagens de marca de Aljustrel. Rica em diversos tipos de minério, a vila foi, durante séculos, local de trabalho para muitos que exploravam a profundeza da terra.




Noutro contexto, há um templo que não deve perder: A Ermida de Santa Maria do Castelo, o local mais emblemático de Aljustrel, desde sempre ligada a vários milagres e lendas.


O troço da EN2 desde Almodôvar a S. Brás de Alportel tem cerca de 60 quilómetros de extensão, foi construída no anos trinta e atualmente representa um marco na história que deve ser descoberto e conhecido por todos - foi denominado como 1ª Estrada Património de Portugal.
Miradouro da Serra do Caldeirão

O miradouro da Serra do Caldeirão situa-se na freguesia do Ameixial no concelho de Loulé e encontra se a 575 metros de altitude, proporcionando assim, uma paisagem espetacular. Neste miradouro, encontra se também, um parque de merendas onde pode descansar depois das tantas curvas da EN2.




Faro e fim da viagem

De origem pré-romana, conhecida na época como Ossónoba, Faro foi um dos mais importantes centros urbanos do sul da península Ibérica. A cidade apresenta ruínas árabes e romanas, mas a maioria dos edifícios mais antigos foram construídos depois do desastroso terremoto de 1755. Particularmente atraente é a parte antiga da cidade, rodeada ainda pelas muralhas romanas que remontam ao século IX.

A cidade também tem uma marina atraente, parques e praças bem cuidados e a parte antiga da cidade cheia de cafés ao ar livre e zonas pedestres. Além dos seus museus e belas igrejas e capelas, Faro também possui uma vida noturna vibrante.



O Jardim Manuel Bívar, um ex-libris da cidade, é um ponto de passagem obrigatório para quem quer conhecer a cidade, com uma calçada agradável e várias esplanadas onde se pode desfrutar o clima ameno da região.


O jardim é cercado por um conjunto notável de edifícios, com destaque para o edifício do Banco de Portugal, a Igreja da Misericórdia, o antigo Hospital da Misericórdia e o Arco da Vila, entrada principal para a Vila Adentro, centro administrativo e eclesiástico de Faro.

Perto do jardim fica a área de vida noturna da cidade, comumente chamada de "Rua do Crime", que consiste nalgumas ruas e vielas, com uma diversidade de bares, discotecas, restaurantes e cafés que animam as noites de Faro.



A Rua de Santo António, a principal rua pedonal, é a melhor opção para compras de artesanato, para saborear os doces regionais tradicionais e para fazer compras numa variedade de lojas de moda e perfumarias, tudo à distância de um passeio a pé.

Vila Adentro é o núcleo original da cidade de Faro, anteriormente chamado de Ossónoba e totalmente rodeado por muralhas. Aqui encontra-se o edifício mais antigo da cidade, a Catedral da Sé, construída em 1251, com seus retábulos maravilhosos e o impressionante órgão do século XVIII com motivos chinoiserie. Do seu campanário, pode desfrutar-se de uma vista maravilhosa sobre a cidade e a Ria Formosa. Adjacente a este edifício fica a Capela dos Ossos.



O Paço Episcopal e o Seminário Episcopal, respetivamente a residência e o local de formação do Clero, rodeiam o Largo da Sé. Os seus "telhados tesoura" (telhados em forma de tesoura aberta) e fachadas caiadas de branco, associados às laranjeiras que adornam este espaço público, transportam-nos para as paisagens urbanas de um paraíso Mediterrânico.


Ao caminhar pelas ruas ida Vila Adentro, encontramos o Museu Municipal de Faro no antigo convento de Nossa Senhora da Assunção.

Faro tem um cenário natural excelente com os requisitos necessários para a prática do turismo náutico e para os amantes da natureza. As características únicas da Ria Formosa, uma das Sete Maravilhas nacionais, permitem a prática de kite-surf, canoagem, windsurf, remo e observação de aves.


 
 

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