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domingo, 16 de outubro de 2016

Roteiro: 7 dias em Malta

Este pequeno país de Malta situa-se no meio do Mar Mediterrâneo (a sul da ilha italiana da Sicília, a leste da Tunísia e a norte da Líbia). É um dos países mais pequenos e mais densamente povoados do mundo, cheio de mistérios, com uma arquitetura impressionante e um destino perfeito para explorar.






O nome de Malta tem origem na palavra Malet, que significa abrigo, referindo-se ao uso das ilhas de Malta como um porto seguro do comércio Fenício. Depois deste período, durante as Guerras Púnicas, Malta foi governada por Cartagineses e Romanos e tornou-se famosa no Império Romano devido à sua produção de têxteis. Em 60 a.C., São Paulo naufragou em Malta (num lugar agora chamado Baía de S. Paulo, St Paul’s Bay) e converteu o povo local ao Cristianismo, ainda hoje com uma presença muito forte na vida dos Malteses.

Dia 1 - Valeta


A cidade ficou concluída em 1568, já depois da morte de La Valette. Durante o século XVI a cidade cresceu muito, tanto em termos populacionais, pois muitas pessoas de toda a ilha deslocavam-se para lá com o intuito de aí ficarem mais seguras devido à fortaleza que rodeava a cidade, como também em termos de património.



Valeta tornou-se num importante centro estratégico no Mediterrâneo, devido posição geográfica e a cidade fortificada foram muito importantes no que diz respeito à estratégia militar no sul da Europa e norte de África. O planeamento urbano da cidade estava muito virado para a defesa da mesma.


Já no século XX, e durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi fortemente bombardeada, ficando parcialmente destruída. No pós-guerra, a cidade recuperou rapidamente; nos dias hoje ainda se podem observar as marcas deixadas por essa época.
No entanto, o interesse arquitetónico é inegável e que fez a cidade desde 1980 faz parte do Património Mundial da UNESCO.


Inicie o passeio pela cidade pela principal porta de entrada da cidade, a “City Gate", onde se encontra a Fonte de Tritão. Uma fonte foi esculpida pelo escultor Vincent Apap no ano de 1900. É, um dos monumento mais visitados na capital.




Depois seguir para a antiga fortaleza que servia de defesa da cidade por terra formada por dois bastiões, St. John e St. James.

O bastião foi protegido por uma counterguard, ou seja, um bastião menor localizado num nível inferior. A defesa poderia facilmente deslocar-se entre o bastião e a counterguard através de passagens subterrâneas. Hoje, St. James é o Banco Nacional de Malta.

Continuar para a Republic Street, a rua principal, com cerca de 600 m de comprimento. Cruza as praças mais importantes e os monumentos mais importantes da cidade, terminando na fortaleza de St Telmo.



Continuando o passeio, encontra o edifício do Auberge de Provence, sede do Museu de Arqueologia, um lugar de visita obrigatória, pois vai descobrir diversas histórias fascinantes da Malta pré-histórica e observar artefactos antigos com mais de mais de 7 mil anos.

Um pouco mais à frente, encontra a
St. John’s Co-Cathedral (Co-Catedral de São João). A Co-Catedral de S. João, construída pelos Cavaleiros de S. João entre 1573 e 1578 e desenhada pelo arquiteto militar maltês Gerolamo Cassar que delineou alguns dos edifícios mais proeminentes de La Valetta.
O seu interior, decorado no auge do período Barroco, é extremamente ornamentado.






A pintura que A Decapitação de S. João Baptista (1608) de Caravaggio (1571–1610) é a obra mais famosa da igreja. Considerada uma das obras-primas de Caravaggio e o único quadro assinado pelo pintor, a tela é exibida no Oratório para o qual foi pintada.


A catedral está aberta aos visitantes de: Segunda a Sexta: 09.30 às 16.30h (última entrada às 16.00h) Sábados: 09.30 às 12.30h (última entrada às 12.00h). Fechado ao Domingo e Feriados públicos. O preço inclui o fornecimento de guias áudio com 24 paragens. Estes guias estão disponíveis em seis línguas (Maltês, Inglês, Italiano, Francês, Alemão e Castelhano).

Continuando pela Republic Street, encontra outras duas grandes praças, a Plaza de la Republica ladeado pelo Palácio do Grão-Mestre (Grand Master’s Palace), a sede do presidente da ilha e do parlamento maltês. As salas e os corredores são mobiliados com tapetes, brasões e armaduras e a Plaza de San Jorge (Misrah San Gorg).



A Republic Street continua até ao Forte de Santo Elmo (Fort St Elmo), construído no século XVI, foi o principal bastião de defesa da península à beira-mar. Nas antigas instalações militares encontra-se o Museu da Guerra e do Museu do Forte de Santo Elmo.


Outros edifícios notáveis e que merecem uma visita são: a oeste, o Mediterranean Conference Centre, o Siege Bell War Memorial e os Upper Barrakka e Lower Barrakka gardens, jardins que oferecem vistas espetaculares sobre o Grand Harbour e para a baia respetivamente. A este da península, o Teatro Manoel, um dos três mais antigos da Europa e o St. Paul's Anglican Cathedral.






Dia 2 - Gozo

De carro ou de autocarro (aprox. 1.15h de caminho), siga para o porto de Cirkewwa onde vai pode apanhar o ferry que o leva para a ilha de Gozo.

Comece por caminhar pela capital, Ir-Rabat (Victoria). Visite a igreja barroca de St. George (1678) situada na praça com o mesmo nome. A Cidadela, ou ‘Gran Castello’, onde se encontra a catedral, com o seu interior muito ornamentado. Atrás da catedral há um museu com pinturas e ornamentos de igreja.





Deixe Victória e siga para o Santuário de Ta Piu, construído em 1920, para substituir a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, é um destino de peregrinação de todo o arquipélago de Malta. Estátuas de tamanho natural representando a Via Sacra rodeiam a igreja.


Siga para Dwejra Bay, onde poderá os famosos marcos naturais, Azure Window e o Inland Sea (uma lagoa de água do mar), cenários da série Game of Thrones.


Termine o passeio em Gozo no Mirador Qala, para desfrutar das belas vistas da ilha de Comino e da Lagoa Azul.

Se possível, passe a noite nesta ilha, para no dia seguinte, viajar para Comino.



Dia 3 - Comino


Comino é a menor ilha do arquipélago maltês e é um dos únicos locais do Mediterrâneo onde não existem automóveis.

Aproveite este dia para relaxar na praia, praticar snorkeling ou mergulho com garrafa na Blue Lagoon (Lagoa Azul). As águas transparentes da Lagoa Azul refletem o bonito azul do céu e deixam ver o fundo de areia branca desta parte do Mar Mediterrâneo. Esta baía comprida e estreita rodeada por rochas e de um pouco de areia é quase uma piscina.



Após o dia em Comino volte a Malta para continuar a rota a partir daí no dia seguinte.

 
Dia 4 - Gruta Azul e Marsaxlokk

Inicie o dia em direção a Zurrieq, para visitar a Gruta Azul (Blue Grotto), que na verdade são várias grutas formadas na encosta do Mar Mediterrâneo, onde se vê um espetáculo de cores refletidas pela luz na água do mar. A melhor altura para visitar é desde o amanhecer até o meio-dia, porque a localização da caverna, combinada com a incidência de luz solar sobre o espelho d’água produz vários tons de azul. Várias cavernas espelham as cores fosforescentes brilhantes da flora subaquática; outras cavernas mostram um escuro profundo tom de azul.

O passeio de barco é rápido, dura cerca de 20 minutos e custa aproximadamente 8€.


De seguida visite a vila de pescadores de Marsaxlokk e uma das melhores localidades na costa de Malta, onde em frente ao mar se encontram os barcos de pesca ("luzzus"), de todos os tamanhos e formas, do moderno ao tradicional, tradicionalmente pintados de vermelhos, azuis e amarelos, em conjunto com o olho de Osíris pintado na proa. Esta baía tranquila que foi palco do primeiro desembarque turco durante o grande cerco de 1565.



A poucos minutos de caminhada situa-se a Piscina de São Pedro (St. Peter’s Pool Beach), uma bela piscina natural, com uma incrível cor verde-azul, com muita luz que oferece excelentes condições para praticar snorkelling.



Dia 5 - Mdina, Mosta e Rabat

Saída em direção a Mdina, conhecida como “Cidade Silenciosa”, foi a antiga capital de Malta. Situa-se no topo de um planalto, com tem vistas fabulosas dos campos e vilas em redor e até mesmo do Mar Mediterrâneo.


Explorar as ruas estreitas de calçada, igrejas, mosteiros e palácios e caminhe pelas muralhas defensivas de Mdina.


Rabat, é conhecida como o berço da Cristandade Maltesa. De acordo com a tradição, foi nesta área de Rabat que o Apóstolo Paulo viveu depois de ter naufragado na ilha de Malta, em 60 d.C.. Muitas ordens religiosas se estabeleceram em Rabat desde então, como Franciscanos, Dominicanos e Agostinianos. Por isso, o património de Rabat tem bastantes ruínas Romanas e catacumbas do início do Cristianismo.


Rabat começou por ser uma cidade agrícola mas hoje é uma simpática e moderna povoação de Malta para se descobrir. Visite a Igreja de S. Paulo (St Paul’s Church) e Gruta de S. Paulo (St Paul’s Grotto). A igreja foi construída no século XVI, por cima da gruta onde se acredita que S. Paulo viveu e rezou durante a sua estadia em Malta. A lenda diz que a pedra arranhada da parede tem poderes curativos e, independentemente da quantidade que se tirar, o tamanho da gruta permanecerá inalterado.

A Gruta de S. Paulo é apenas uma pequena parte do enorme complexo de catacumbas debaixo de Rabat, construído através dos séculos depois dos Judeus da Palestina levarem os conceito de enterro numa câmara subterrânea para Malta.


Depois do almoço perca-se nos jardins botânicos de San Anton e certifique-se que os seus ombros e joelhos estão cobertos antes de entrar na cúpula sagrada da igreja paroquial Mosta.

Dia 6 - De St. Julian's até Anchor Bay (a famosa Vila do Popeye)


Aproveite o ultimo dia para conhecer algumas das estâncias de veraneio como: St. Julian`s, Bugibba, Mellieha Bay e Anchor Bay (visita à famosa Ilha do Popeye).

Saint Julian mistura o charme da sua vila de pescadores com o centro turístico. A arquitetura latina, como o Spinola Palace, construído em 1688, e a Old Parish Church são sítios históricos conhecidos. Os mergulhadores vão gostar de explorar navios naufragados no Divewise Center. O renovado bairro de Paceville, um antigo posto militar dos anos 1930s, é o centro da vida noturna, com uma grande variedade de restaurantes e bares.



Mellieha Bay é a maior e mais popular praia de areia em Malta. A Baia de Mellieha, também conhecido como Ghadira Bay, fica localizada na área Norte da Ilha, perto de Mellieha, é a maior e uma das praias mais bonitas e populares.
Do outro lado da estrada de Mellieha Bay é encotra-se a Reserva Natural de Ghadira.



Anchor Bay, situa-se a cerca de 1 km ao Oeste de Mellieha e é uma praia de água clara (de cor verde-azul), cercada por encostas rochosas.

A Popeye Village (Vila do Popeye), também conhecida como Sweethaven Village, é uma das maiores atrações turísticas de e o lugar ideal para uma família com crianças ir. A Popeye Village é, na verdade, o cenário usado pela Paramount Pictures e a Walt Disney Productions para o filme baseado na banda desenhadavde E. C. Segar.



Dia 7 - Regresso a casa



Como se movimentar em Malta?

Rent a car: Alugar um carro é sem dúvida a melhor maneira de se movimentar em Malta. A condução nas ilha é feita pela esquerda, devido à forte influência britânica.

Os transportes públicos constituem uma excelente opção para nos movimentar-mos em Malta e Gozo (das 05h00 às 23h00).


Autocarro: Autocarros todos novos e com ar condicionado. O cartão Tallinja Card Explore, por 21€/pessoa permite viajar de autocarro por Malta e Gozo de forma ilimitada durante 7 dias. Também tem possibilidade de comprar 12 viagens a 15 euros.

Ferry: Os ferrys partem de 45m em 45m durante 24 horas por dia, a preços de 4,65 euros ida e volta até L-Magrr.


1 comentário :

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